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terça-feira, 6 de abril de 2010

JOAQUIM CORDEIRO

ZÉ CALOTEIRO (Domingos G. Costa / Carlos Dias )
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ZÉ CALOTEIRO

Quando eu era rapazote
Já ferrava o meu calote
E entre os meus não era eu só
Pois o meu pai que Deus tem
Já cravava a minha mãe
E minha mãe a minha avó

Ás vezes uma pessoa
Quer ser séria honrada e boa
Mas vem á mente o rifão
Que diz que é honra dever
Então crava por não querer
Desonrar a tradição

Sou caloteiro
Mas apontem-me o primeiro
Que neste mundo embusteiro
Nunca cravasse ninguém
E vou gozando
Enquanto os credores chorando
AI iludidos vão esperando
Pela massa que nunca vem

Fiz um dia um disparate
Cravei o meu alfaiate
E o tipo que era matolas
Com maldade vil e crua
Despiu-me o fato na rua
E fui p’rá esquadra em ceroulas

Sou sério creiam não minto
E o ser crava por instinto
Acho um feitio ordinário
E se não pago a quem devo
É que eu sou como descrevo
Caloteiro hereditário

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